sexta-feira, 20 de maio de 2011

Projeto Desapropriação - Rua Barão de Melgaço



“Áreas irregulares não serão indenizadas”, diz Agecopa

  • ·          Presidente da Agecopa afirmou que proprietários estão criando expectativas desnecessárias
       Presidente da Agecopa, Eder Moraes faz alerta para proprietários
    que não estão legalizados

     
    O presidente da Agência Estadual de Projetos da Copa 2014 (Agecopa), Eder Moraes,
    reforçou nesta semana que as áreas que serão desapropriadas para obras de mobilidade
    urbana da Copa do Mundo de 2014 devem estar devidamente regularizadas.
                 
     Conforme Eder, o aviso é necessário já que alguns proprietários têm criado
    expectativas quanto a indenizações, que não serão pagas,
    caso os imóveis se encontrem em situação irregular.
    "Ninguém vai indenizar imóveis irregulares. Na região do Morro da Luz, por exemplo,
    muitas construções adentraram de forma irregular o morro e está errado. Tem muita
    gente criando expectativa e se estiver irregular o Governo não irá pagar", disse.

    Segundo o presidente da Agecopa, mesmo que alguns terrenos ou imóveis sejam de
    propriedade por usucapião ou por aforamento perpétuo, recursos jurídicos de domínio por
     tempo de uso, a partir do momento que o Governo do Estado estabelecer áreas como utilidade
     pública, assim elas serão.

    "O decreto constará que são áreas de utilidade pública, não que as pessoas não serão
    indenizadas, mas se estiverem irregulares, não há como indenizá-las", reforçou.

    Entre as principais avenidas que receberão o novo sistema intermodal de transporte (VLT ou BRT),
    estão a Tenente Coronel Duarte (a Prainha), Historiador Rubens de Mendonça (do CPA) e
    Fernando Correa da Costa. No total, o Governo do Estado definiu, na última semana,
    17 pontos em que passarão por estudos de desapropriação. Seis deles já foram divulgados.

    Além das avenidas citadas, estão inclusas no processo a Jurumirim; a Dr. Meirelles;
    rua das Mangueiras,entre as avenidas Carmindo de Campos e Fernando Corrêa;
    rua Barão de Melgaço, entre as avenidas Oito de Abril e Miguel Sutil; avenida Senegal,
    entre as avenidas Historiador Rubens de Mendonça e
     Juliano Costa Marques, e na própria Juliano Marques, entre a rotatória da avenida Senegal
     até a Avenida dos Trabalhadores.




segunda-feira, 9 de maio de 2011

Obras de mobilidade na Prainha preocupam e terão atenção especial

Via OlharDireto
Da Redação - Alline Marques

A principal obra de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014 passará pela Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), que será a construção do sistema de transporte, - seja o Bus Rapid Transit (BRT), seja Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT)- e a preocupação maior será com o córrego abaixo do asfalto. Devido às conseqüências, uma equipe de 30 servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) prestam expediente na Agência de Execução dos Projetos da Copa (Agecopa) para realizar os estudos necessários na região. 

“O projeto do BRT não tinha quase nenhuma implicação ambiental, o que envolvia eram as sete obras de desbloqueios, mas essas já foram liberadas. A Prainha ainda está sendo analisada e é uma das maiores preocupações. Este é um dos motivos de eu ter um grupo tão grande na Agecopa. Não tem definição e está sendo analisado”, explicou o secretário de Estado de Meio Ambiente, Alexander Maia.
 

A Copa do Mundo é prioridade dentro do governo Silval Barbosa (PMDB) e segundo Maia as questões ambientais estão tendo atenção especial da Sema neste começo, quando iniciam a elaboração do projetos. A ideia é realizar projetos que já contemplem as exigências ambientais e evitar problemas maiores mais tarde.
 


Para as obras de desbloqueio, o Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) liberou o Estado da elaboração dos projetos de impacto ambientais (Eia/Rima), pois os projetos já contemplavam as informações e ações necessárias para amenizar a degradação do meio ambiente.

“A Copa é prioridade dentro do governo Silval Barbosa e na minha secretaria, eu já estive visitando a Agecopa depois que o presidente Eder assumiu, no dia seguinte eu estava lá, porque as questões ambientais se resolvem no início, depois não se faz necessária nossa presença. Precisamos ter a responsabilidade ambiental nas licitações e nos projetos e designei um grupo significativo de servidores para atuar dentro da Agecopa para analisar passo a passo”, relatou.

Com relação aos prazos, Maia lembrou que depende da elaboração dos projetos e assim que foram ficando prontos, os técnicos da Sema farão a análise. Ele destacou ainda que terá de ser analisado caso a caso, depende da especificidade de cada obra ou ação. O secretário também ganhou o respaldo do governador Silval Barbosa (PMDB) que fez questão de ressaltar que apesar das urgências nas obras é preciso agir de acordo com a legislação ambiental.

Silval Barbosa pede que imprensa evite notícias sobre atraso de obras

Via OlharDiretoDa Redação - Pollyana Araújo

O governador Silval Barbosa (PMDB) reforçou o pedido de apoio à imprensa para que o Estado não tenha de justificar a Federação Internacional do Futebol (Fifa) rumores de atrasos nas obras da Copa de 2014, em Cuiabá, com freqüência.
Silval Barbosa pede que imprensa evite notícias sobre atraso de obras
Segundo ele, as reportagens negativas publicadas no Estado refletem negativamente e prejudicam a imagem da capital, enquanto uma das 12 subsedes do Mundial. “Cada notícia negativa divulgada é um ponto a mais para termos de justificar a Fifa”, declarou o peemedebista.


 Recentemente, o governador já havia se mostrado incomodado com os comentários sobre suposto atraso na execução dos projetos e garantiu não haver qualquer risco de Cuiabá perder a condição de subsede da Copa, como já chegou a ser cogitado pelos veículos de comunicação com base em algumas estimativas.


O cronograma das obras, conforme Silval, vem sendo cumprido rigorosamente pela Agência de Execução dos Projetos da Copa do Pantanal (Agecopa). A Arena Pantanal, construída no local onde funcionava o Estádio Verdão, deve ser concluída até dezembro de 2012, assim como a obra de ampliação do aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.

Agecopa disponibiliza para internautas o acompanhamento das obras para 2014


Os internautas poderão fazer seus comentários, mas será postado depois de ser lido por um moderador

Via HiperNotícias
DA REDAÇÃO 

As obras realizadas para a copa de 2014, poderão ser acompanhadas pela população através da internet. A Agência da Copa do Pantanal (Agecopa) disponibiliza o link “Acompanhe as Obras da Copa do Mundo”, localizado no canto inferior esquerdo da página oficial www.cuiaba2014.mt.gov.br.
O recurso utilizado é do Google Maps que possibilita a visualização do andamento das obras para o grande mundial. A ferramenta também possibilita a publicação de comentários. Porém, a interatividade não será totalmente completa, já que terá um moderador que irá filtrar as mensagens dos internautas.
O governador Silval Barbosa elogiou o modelo do site. Para ele o site permite “a todos deixar sugestões, opiniões, críticas, ou seja, é um site que realmente vai interagir com a comunidade”.
A expectativa é que a população, contribuinte das obras, realmente participe do andamento das contruções, mesmo que de forma virtual.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

VLT tem custo abaixo do anunciado, é mais ágil e eficiente para Cuiabá

Edilson Almeida
Via Redação 24 Horas News


O sistema Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT, tem custo abaixo do anunciado, é ágil e capaz de destravar o caótico trânsito da Capital. Foi o que assegurou nesta terça-feira,dia 3, o presidente da Assembléia Legislativa, deputado José Rivfa (PP), ao descaracterizar a campanha do BRT como sendo mais viável para Cuiabá. O parlamentar acompanhou o governador Silval Barbosa e o presidente da Agência Executiva de Projetos da Copa do Pantanal, Eder Moraes, em viagem a Europa, para conhecer o sistema em todas as suas etapas. “É bem diferente do que se propagou” – disse em seu twitter.
“Considerando o custo e o tempo de implantação, a eficiência, o preço da passagem, o menor número de desapropriações e a agilidade no funcionamento, não tenho dúvida que o VLT é o mais viável” – afirmou o parlamentar em seu microblog. Riva se diz defensor de um sistema ágil e moderno como principal obra de mobilidade urbana de Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014.
Riva diz que o sistema mais eficiente para atender a demanda do trânsito de Cuiabá e Várzea Grande, inclusive, após a Copa do Mundo de 2014. No metrô do Porto, a comitiva mato-grossense conheceu um sistema com muitas intervenções subterrâneas. “Foi interessante ouvir o quanto o VLT diminuiu o número de veículo trafegando pela cidade”, explica Riva, acrescentando que também foram construídos diversos estacionamentos com preços acessíveis para usuários do VLT.
Outra vantagem do VLT em relação ao Bus Rapid Trasint (BRT) é que permite acoplagem de acordo com o aumento populacional. "Vai sendo adequado com aumento de carros sem maiores despesas. Com o BRT não dá para fazer o mesmo”. Contudo, Riva pontua que o BRT pode ser muito útil se instalado, por exemplo, na Avenida Miguel Sutil para transportar os passageiros até a estação do VLT, que deverá ser o sistema troncal passando pelo Centro de Cuiabá.
Ele explanou que Cuiabá ainda tem tempo para implantar o sistema sobre trilhos. Cita que em Portugal, o VLT foi construído para adequar a cidade para a Eurocopa de 2004, sendo inaugurado apenas 20 dias antes do evento. “Temos como e podemos fazer o mesmo!” – ponderou.
A comitiva – que também contou com as presenças dos deputados Guilherme Maluf (PSDB) e Sérgio Ricardo (PR) - se reuniu com empresários do setor, no último fim de semana, junto com o governador e presidente da Agecopa.
Riva retorna nesta terça-feira a Cuiabá para participar de mais uma reunião do Colégio de Líderes, às 15 horas, e da sessão ordinária, quando fará um pronunciamento sobre a viagem a Europa.

Em busca de investidores, Silval se impressiona com o VLT

Edilson Almeida
Via Redação 24 Horas News

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Silval na estação de VLT em Porto
Decisão sai no final do mês                                                            O presidente da Agecopa, Eder Moraes, frisou que até o fim de maio será definido o modelo que será instalado em Cuiabá e anunciado à população. Integram a delegação mato-grossense o presidente e o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, respectivamente, deputados José Riva e Sérgio Ricardo, o deputado estadual Guilherme Maluf e o secretário-chefe da Casa Militar, Antonio Moraes.

O valor do investimento é alto. Mas, se levar em consideração que será para o futuro, o esforço é recompensável. O Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT,  impressionou o governador Silval Barbosa. Neste sábado, ele conheceu o sistema em funcionamento na cidade do Porto, em Portugal. Deixou claro que a opção pelo Bus Rapid Transport, que vem sendo desenvolvido como principal obra de mobilidade urbana para Cuiabá abrigar a Copa de 2014, está longe de ser o escolhido.
“Precisamos encontrar uma solução para Cuiabá que tenha eficiência similar a que encontramos no transporte público aqui no Porto”, disse Silval Barbosa. Ainda no sábado, após receber explicações detalhadas do funcionamento do sistema, Silval e comitiva seguiram  para uma reunião com um grupo de empresários que operam na implantação e operação do sistema elétrico do VLT. A expectativa é de convencê-los aparticiparem do projeto em Cuiabá.
Partindo da Estação Campo 24 de Agosto, Silval viajou no modal por 20 quilômetros em área urbana, conhecendo as mais diversas estruturas físicas e estações construídas para a instalação do trem que passa na superfície, em áreas subterrâneas e sobre pontes. A cidade que recebeu a primeira linha de VLT em 2002, já conta com seis linhas distribuídas por 67 quilômetros de trilhos, 92 veículos e 80 estações para os usuários.
Cada vagão do trem de 35 metros comporta 240 passageiros e passa a cada seis minutos em fins de semana e feriados, a cada quatro minutos nos horários de pico e em eventos especiais o tempo de espera pelo usuário pode ser reduzido para dois minutos. “Em dias de jogo o Estádio do Dragão chega a receber um público de 48 mil pessoas. Transportamos cerca de 35% desse público. Quando o jogo acaba, em 10 minutos já não há mais ninguém esperando na estação devido a rapidez do sistema. Conseguimos transportar 10 mil pessoas por hora” – explicou o  diretor de projetos do Metrô do Porto, Manuel Teixeira.
A estação funciona em frente ao estádio e foi construída em 2003 para atender ao público dos jogos de futebol do Campeonato da Europa de 2004.
O diretor do Metrô pontuou que a opção pelo VLT no município foi uma alternativa para resolver os problemas de trânsito e do excessivo número de veículos nas áreas de patrimônio histórico. “O trem chegou como solução na década de 90, época em que o acesso ao crédito estava muito fácil e todo mundo estava comprando carro. Com o metrô houve quebra de paradigmas e uma mudança de postura da população, que hoje deixa o carro em casa para chegar mais rápido usando o trem”, disse Teixeira.
Ele explicou ao governador que três tópicos são fundamentais para embasar o projeto. O grupo utilizou 31 pontos de revisão, que vão de paisagismo à reestruturação urbana. Já para a eficiência na operação é preciso considerar a funcionalidade, a acessibilidade, desde o sistema de bilheteria até a rede de parques para estacionamento e a facilidade na manutenção, com o uso de equipamentos e estruturas padronizadas – que permitam rápidos reparos se necessários.
Em Porto, 20% dos deslocamentos são realizados pelo metrô, com um fluxo de 230 mil pessoas ao dia. A cidade conta com uma população de 1,4 milhão de habitantes. O custo da obra foi de 17 milhões de euros por quilômetro, incluindo estações, desapropriações e trabalhos de reabilitação urbana, de 23 milhões de euros por quilômetro nas áreas de túnel.
O gestor público salientou para o governador que foi necessário o fechamento de algumas ruas e abertura de outras, mas que sempre houve o apoio popular. “Todos sabiam que o transporte melhoraria muito. Antes se levava uma hora para fazer um trecho de 14 quilômetros de carro, que agora se faz em 15 minutos com o trem elétrico”, complementou Teixeira.
Na cidade portuguesa o sistema é subsidiado pelo poder público. A passagem custa entre 1 euro a 1,5 euros para o usuário. O governo custeou toda a construção e contratou uma empresa por cerca de 100 milhões de euros para realizar a operação por cinco anos. Para manter a passagem a 1 euro, o governo subsidia 40% do valor da passagem. O Metrô pertence a uma sociedade anônima, que funciona exclusivamente com fundos públicos de Estado e prefeituras.
“A eficiência desse modal de transporte impressiona. Precisamos avaliar todas as informações levando em conta a realidade da Capital para fazermos a escolha correta com o perfil da nossa população. Sem dúvida a apresentação foi esclarecedora”, falou o governador.